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Sobre

Chamo-me Suzane Castro, e comecei a trabalhar com jornal em 2004, ocupando o cargo de auxiliar administrativo no saudoso Jornal Tribuna Regional, cujo fundador é meu pai, por mim chamado de Bia, pelos amigos de seu Brasil, e de registro Holmes Brasil Gonçalves de Castro, o homem mais inteligente e culto que pude conhecer, extremamente apaixonado pela profissão, acabou me fazendo seguir seus passos.
No ano de 2006 passei a administrar o jornal sozinha, pois meu pai assessorava a comunicação da Câmara de Vereadores, onde permaneceu durante 8 anos, totalmente dedicado a essa instituição e sem, de forma alguma, usar seu cargo para beneficiar ao nosso jornal.
No ano de 2008, devido a uma crescente demanda, passamos a editar o jornal duas vezes na semana ao invés de uma, o que aconteciam todas as terças e sextas. Um projeto que foi minuciosamente analisado e estudado por dois anos, finalmente pode se tornar realidade, porém, veio às eleições, o que nos fez passar momentos inimagináveis, tínhamos um nome a zelar, conduta profissional e ética.
Cumpríamos nosso dever de imprensa, que é informar com verdade, os fatos como eram, informações seguras e muita credibilidade, e foi quando tudo escureceu, sofremos dificuldades por nos colocarmos de forma dura, apolíticos, o que consequentemente nos levou à retaliação, ameaças, traições, desrespeito, e a mais dura de todas as situações, vingança em cima do meu pai, por eu me negar a compactuar com a desonestidade de muitos e ele se mantendo firme ao meu lado. Pouco tempo depois, de uma maneira silenciosa e rápida, meu pai fora diagnosticado com Alzheimer, doença que digo aos mais chegados que, no caso dele, a doença tem nome e sobrenome.
Como sempre fui uma pessoa guerreira, que não se entrega facilmente, entendi que tudo isso serviu para me fortalecer.
Durante os anos seguintes, conheci pessoas incríveis, totalmente do bem e, em um momento de indignação pelos últimos acontecimentos envolvendo a imprensa, onde emissoras que se vendiam como bem conceituadas, mostraram seu lado dúbio, partidário e ideológico, onde a corrupção na política foi finalmente exposta e de muita emoção, duas dessas pessoas se envolveram comigo ao ponto de embarcar nessa nova jornada, com a cara e a coragem, com a certeza de que podemos realizar um bom trabalho, projetamos o jornal, escolhemos o nome Tribuna (homenagem ao seu Brasil, que está muito bem de saúde, graças a Deus) do Povo (para quem vamos servir e ouvir) e começamos a trabalhar. Iniciamos com duas edições mensais, com uma equipe de profissionais comprometidos e com apenas a verdade a oferecer.